O TEMPO QUE MARCA E AS MARCAS DO TEMPO DO POVO RIKBAKTSA

  • MONICA TAFFAREL SEDUC/MT
  • Elani dos Anjos Lobato SEDUC/MT
  • Adailton Alves da Silva UNEMAT Campus Barra do Bugres
Palavras-chave: Etnomatemática. Etnografia. Cultura. Conhecimento.

Resumo

Este trabalho é um recorte da pesquisa de mestrado[1] realizada junto ao povo Rikbaktsa nas aldeias Pé de Mutum, Jatobá e Cerejeiras, pertencentes à Terra Indígena Japuíra localizadas no município de Juara no Estado de Mato Grosso. Nosso trabalho teve como objetivo geral identificar e compreender o sistema tradicional de contagem e os modos próprios de marcar o tempo do povo Rikbaktsa, buscando ressaltar os saberes/fazeres matemáticos do povo. Contudo, nesse artigo, iremos ressaltar algumas maneiras próprias do povo Rikbaktsa em marcar o tempo. No processo da investigação nosso aporte teórico foi na Etnomatemática, que reconhece os diferentes modos de produzir matemáticas, visando explicar os processos de geração, organização e difusão de conhecimento nos diversos sistemas culturais. No processo de interação com o povo Rikbaktsa e pelas nossas observações, interpretações e diálogos, foi possível verificar que para determinadas situações do cotidiano há diferentes formas de marcar o tempo e a relação deste tempo está intrinsicamente ligada com a natureza.

 

[1] O trabalho completo já está disponível no portal da UNEMAT.

 

Biografia do Autor

Elani dos Anjos Lobato, SEDUC/MT

Pedagoga na rede municipal e estadual da cidade de Juína/Mt.

Mestranda do Programa de Pós – Graduação Stricto Sensu em Ensino de Ciências e Matemática – PPGECM – UNEMAT, Barra do Bugres-MT/Brasil. 

Adailton Alves da Silva, UNEMAT Campus Barra do Bugres

Doutor em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista - UNESP, Rio Claro-SP. Docente da Universidade do Estado de Mato Grosso, UNEMAT. Barra do Bugres- MT/Brasil

Publicado
2018-12-07